terça-feira, setembro 12, 2006

Contemplando da janela a paisagem
Impressiona a tranquilidade das ruas
Só quebrada pelo barulhos dos cascos dos cavalos nos paralepípedos
No amanhecer aquele cheiro de café torrado e moído na hora
Esperando chegar do curral o leite, também tirado na hora
Ir à tarde tomar banho no Rio Pomba
Retornar decepcionado, a roda d’água parada, enferrujando
O trem ainda passa, mas não tem a magia do passado
Seguindo pela trilha, passo a ponte de volta

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